Maior bairro do Brasil troca a escada rolante por uma de alvenaria

Como era de se esperar, a troca da escada rolante por uma de alvenaria – retrocesso tecnológico – na passagem sob a linha férrea que liga os calçadões sul e norte de Campo Grande – Rua Coronel Agostinho e Barcelos Domingos-, seria um tiro no pé do ex-sub-prefeito Diego Borba, e nas pernas de aproximadamente 2000 usuários incapacitados físicos e idosos, que transitam diariamente pelo local.
A alternativa foi instalar um elevador, que em situações normais não atende a demanda, e em situações diversas, como a que ocorre agora, menos ainda.

O elevador nunca funcionou regularmente, tem sempre um problema impedindo. O atual mistura hidráulica com elétrica. O subprefeito da Zona Oeste II Leonardo Augusto, através do seu gabinete, não soube explicar o gatilho na instalação elétrica para o elevador funcionar – tomada improvisada – . Nem como deve proceder o usuário incapaz físico ou idoso, quando o funcionário responsável pelo elevador estiver ausente  – almoço, lanche, banheiro etc. – , ou quando o elevador estiver parado – situação recorrente -.

A justificativa para a troca de escadas é que o público não sabe usar, joga lixo, e fica difícil fazer a manutenção. Segundo o usuário Jarbas, é desumanidade e falta de respeito com o cidadão incapacitado físico.

Em Bangu, as escadas rolantes que também ligam os calçadões, funcionam precariamente, sem prioridade na manutenção.

“Isso mostra a falta de respeito do prefeito Eduardo Paes com o cidadão do maior bairro do Brasil, disse Jarbas.

Por: Jessé Cardoso

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